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O novo consumo imobiliário em números: negociação, confiança e escolhas mais conscientes

Escrito por Lello Imóveis | Apr 27, 2026 4:10:20 PM

Há mais de 70 anos, a Lello Imóveis acompanha de perto como São Paulo se move e como as pessoas tomam decisões importantes dentro dessa cidade. A forma de buscar um imóvel mudou muito, saindo do “visitar vários lugares para comparar” para o “pesquisar, filtrar, entender e decidir com mais autonomia”.

Ao mesmo tempo, uma coisa permanece: comprar ou alugar um imóvel continua sendo uma decisão carregada de expectativas, dúvidas e necessidade de confiança. É, por isso, que a tecnologia ganhou um novo papel no mercado imobiliário: não apenas acelerar etapas, mas também reduzir inseguranças, organizar informações e dar mais previsibilidade para cada escolha.

Na prática, isso aparece em mudanças claras no comportamento: mais negociação, buscas mais específicas e uma exigência maior por transparência, com o cuidado humano ainda sendo decisivo para fechar a jornada com segurança.

O consumidor está mais negociador e mais estratégico

A negociação deixou de ser um “momento final” e passou a fazer parte do caminho desde o começo. Em 2025, 71% dos compradores tiveram algum tipo de desconto e o desconto médio em transações com negociação ficou em 14%. Em outra leitura do mesmo estudo, aparece também média de 10% de desconto nas transações. Fonte: “Fronteiras da Moradia”, Grupo OLX (pesquisa realizada em dez/2025, com panorama para 2026).

O que isso revela é simples: as pessoas estão mais informadas e comparando mais. E, quando a decisão envolve valores altos, a negociação acontece com base em contexto, como o estado do imóvel, urgência, forma de pagamento e cenário do mercado.

Na locação, a busca está ficando cada dia mais específica

Na locação residencial, nossos dados mostram um padrão, com a busca ficando mais objetiva e guiada por escolhas. Entre 2024 e 2025, o volume relacionado a propostas por tipologia cresceu em diferentes perfis.

Esse comportamento sugere movimentos que convivem, de um lado, com escolhas mais racionais e bem recortadas (tipologias menores) e, de outro, reconfigurações de vida que pedem mais espaço (crescimento em 4 dormitórios). Em ambos os casos, o ponto comum é o mesmo: o consumidor quer acertar mais rápido e espera ferramentas que ajudem a encontrar o que faz sentido, sem desgaste.

Digital ganhou força, mas confiança ainda é o ponto mais sensível

A digitalização acelerou a jornada, mas o mercado imobiliário tem como uma particularidade a sensação de segurança que ainda pesa mais do que em compras comuns.

Alguns comportamentos ajudam a explicar esse contraste, por exemplo, as pessoas estarem cada vez mais acostumadas a resolver muita coisa no digital, mas seguirem mais cautelosas quando o assunto envolve dados pessoais e decisões de alto impacto. Segundo pesquisa da Febraban, 86% dos brasileiros têm medo de golpes, fraudes ou violação de dados pessoais.

No dia a dia, isso aparece em duas frentes. A primeira é a preocupação com segurança e privacidade, especialmente diante do aumento de golpes e tentativas de fraude, o que naturalmente deixa o consumidor mais atento antes de compartilhar informações. A segunda é que, mesmo com a facilidade das jornadas online, imóvel ainda pede mais confiança: é uma escolha grande, com muitos detalhes, e que costuma exigir confirmação, orientação e alguém disponível para tirar dúvidas no caminho.

Em outras palavras: as pessoas querem praticidade, mas não querem se sentir sozinhas. E isso muda a expectativa sobre o serviço: o digital precisa ser claro e eficiente e o atendimento precisa estar disponível para orientar, no tempo e no canal que cada pessoa preferir.

Experiência e tecnologia com propósito viraram exigência

O consumidor está mais exigente com a experiência como um todo: clareza, agilidade, organização e uma sensação de cuidado. Esse movimento aparece em pesquisas de comportamento:

E, na prática, a cobrança é direta. Se é digital, precisa facilitar e, se é uma decisão grande, precisa transmitir confiança.

Como a Lello vem evoluindo para atender esse novo comportamento

A Lello se consolidou como uma plataforma digital que simplifica a busca, a comparação e o avanço da jornada, sem perder o que sempre sustentou nossa reputação, que é a orientação clara, atendimento humano e presença para resolver, inclusive com pontos físicos para quem precisa de suporte presencial.

Essa evolução é guiada por método e dados, por quais observamos comportamentos, medimos fricções e ajustamos a experiência para reduzir esforço e aumentar a precisão da busca. E alguns sinais aparecem na própria jornada digital:

Quando mais pessoas usam filtros e mais visitas são agendadas, podemos dizer que o consumidor está encontrando opções mais relevantes com mais rapidez e se sente mais seguro para avançar.

Uma jornada mais simples para uma decisão que continua humana

O comportamento está mudando. Temos mais negociação, buscas mais específicas e maior exigência por transparência e segurança. Para o mercado, isso reforça um ponto essencial, o qual a tecnologia precisa ser ferramenta de clareza, não de complicação.

Por aqui, seguimos na direção para seguir evoluindo com dados e responsabilidade, para que o processo fique mais fluido, sem abrir mão da proximidade que faz parte da nossa história em São Paulo. Porque, no fim, a jornada pode ser digital, mas a decisão continua sendo profundamente humana.